Analiticamente Incorrecto
2006/03/07
  O Código do Quadro
O quadro aprovado pelo Presidente da Republica, para figurar no corredor dos Presidentes tem algumas singularidades. À boa maneira da época em que vivemos, uma série de códigos estão escondidos sub-repticiamente nesta magnífica tela.
Quadro Original
(Foto claramente roubada daqui que por sua vez a tinha roubado aqui.)
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Análise do Código
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1 – A imagem da cortina entreaberta relembra-nos o episódio das escutas telefónicas e do famoso envelope 9. Quem escuta, sempre se esconde por detrás do cortinado. A sua abertura é por si só a demonstração de que algo sai sem permissão.

2 – A imagem estilizada na escultura, não é senão a representação metafórica do fado nacional. Conforme reza o poema, “Tudo isto existe Tudo isto é triste Tudo isto é fado.”

3 – O pormenor da peúga preta representa a aristocracia do senhor Presidente. Como alguns blogues de referência já o afirmaram o Presidente Jorge Sampaio é um aristocrata. Não sendo passível de equivoco com o belo do “portuga” com a sua “meínha” de gesso e ténis da “adlilas.”

4 – A torção do dedo anelar da mão esquerda deve-se sem dúvida a algum incidente campestre, o qual não foi devidamente tratado pelo facto do ortopedista de serviço estar a tomar bicas ao invés de atender os utentes do SNS.

5 – A mancha da gravata foi um acto tresloucado durante o almoço. Este desvairo não foi do Sr. Presidente, mas sim do antigo Primeiro-Ministro Santana Lopes, aquando o término do almoço de dissolução. Fontes não oficiais afirmaram que se ouviu alguns barulhos vindos da sala de refeições precedidos por uma lenga-lenga “mas porquê Jorge, mas porquê Jorge”.

6 – A ponta afilada do sapato calçado no pé esquerdo interpreta a velha máxima de “matar baratas ao canto da casa”, é um facto que a espera pela eleição do Eng. Sócrates a secretário geral do PS, é um acto de extrema inteligência politica. Não houve nada que não fosse bem estudado.

7 – A boca do ainda nosso Presidente com metade sem expressão e a outra com uma expressão de desgosto, advém da ultima conversa a três que o senhor Presidente teve com o Dr. Manuel Alegre e o Dr. Mário Soares. Foi uma chinfrineira monumental, onde os gritos do homem sozinho num quadrado, aos murmúrios de “eu é que sou Portugal”, apelava o bom senso do Presidente. “Queridos amigos de tantas tertúlias idas, tenham calma, entendam-se, tenham calma.” (sem resultados, como se verificou).

8 – O pé daquela mesa é muito suspeito. Só pode ser um homem do SIED ou do SIS a vigiar a pintora.

9 – Um ultimo acto patriótico do nosso Presidente enquanto tal, apelando às novas cores das camisolas da selecção nacional. Um vermelho abordorado.

10 – A mancha no tapete (claro que não é carpete), é sem duvida o código mais difícil de deslindar, tudo leva a crer que se deve à sua viagem ao concelho de Nelas, onde o Sr. Presidente foi obrigado a andar por uns atalhos para evitar confrontos com uns arruaceiros que para ali andavam.
Resumindo é um bom quadro.
 
Comentários:
Com que então Paulo Tomás é pseudónimo!? Foste tu que escreveste O Código Da Vinci. Apanhei-te, Dan! Dás-me um outrógrafo?
 
Exaustiva análise sim sr.
 
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